MPT e Justiça do Trabalho recebem homenagem da Polícia Federal por apoio ao Projeto Captis no Acre

Recursos destinados por meio de Ação Civil Pública contribuíram para a aquisição de equipamentos e licenças de software para o sistema de videomonitoramento e reconhecimento facial de Rio Branco.

ACRE – O Ministério Público do Trabalho (MPT) foi homenageado pela Superintendência Regional da Polícia Federal no Acre em reconhecimento à atuação conjunta com a Justiça do Trabalho, que contribuiu para o fortalecimento da segurança pública em Rio Branco.Durante a solenidade, a Polícia Federal entregou placas de agradecimento à procuradora do Trabalho Marielle Rissanne Guerra Viana, ao servidor do MPT Luiz Brilhante e ao juiz do Trabalho Rodrigo Guarnieri. A homenagem reconhece a parceria institucional que viabilizou investimentos no Projeto Captis.

Luiz Brilhante, servidor do MPT; Marielle Rissanne Guerra Viana, procuradora do Trabalho; e Rodrigo Guarnieri, juiz do Trabalho, com as placas de homenagem entregues pela Polícia Federal no Acre.
Luiz Brilhante, servidor do MPT; Marielle Rissanne Guerra Viana, procuradora do Trabalho; e Rodrigo Guarnieri, juiz do Trabalho, com as placas de homenagem entregues pela Polícia Federal no Acre.

Os recursos destinados pelo MPT e pela Justiça do Trabalho, por meio de uma Ação Civil Pública (ACP), foram utilizados na aquisição de equipamentos e licenças de software para o projeto, voltado ao videomonitoramento da capital acreana.

A iniciativa contribui para ampliar os recursos tecnológicos disponíveis às atividades de prevenção, investigação e combate à criminalidade.

Segundo a Polícia Federal, a cooperação entre as instituições possibilitou a implementação de ferramentas tecnológicas que ampliam a capacidade de monitoramento e dão suporte às ações de segurança pública em Rio Branco.

A homenagem destaca a importância da atuação integrada entre os órgãos públicos e evidencia como a destinação de recursos provenientes de ações judiciais pode contribuir para iniciativas de interesse coletivo e para o fortalecimento de políticas públicas em benefício da sociedade.

 

Atualmente, o Projeto Captis opera integrado aos bancos de dados da Polícia Federal e realiza pesquisas biométricas para auxiliar na identificação de pessoas de interesse para a segurança pública.
Atualmente, o Projeto Captis opera integrado aos bancos de dados da Polícia Federal e realiza pesquisas biométricas para auxiliar na identificação de pessoas de interesse para a segurança pública.

 

Projeto Captis amplia recursos tecnológicos para a segurança pública

Desenvolvido pela Polícia Federal no Acre, o Projeto Captis tem como objetivo ampliar o uso de tecnologias de reconhecimento facial e videomonitoramento no apoio às ações de segurança pública.

De acordo com informações da Superintendência Regional da Polícia Federal no Acre, o projeto ganhou novo impulso com a celebração de um Acordo de Cooperação Técnica entre a instituição e a Prefeitura de Rio Branco. A parceria permitiu à Polícia Federal acessar as câmeras de monitoramento da capital, ampliando a capacidade operacional do sistema e a demanda por processamento e armazenamento de dados, além da análise de imagens em tempo real.
 A parceria permitiu à Polícia Federal acessar as câmeras de monitoramento da capital, ampliando a capacidade operacional do sistema e a demanda por processamento e armazenamento de dados, além da análise de imagens em tempo real.
A parceria permitiu à Polícia Federal acessar as câmeras de monitoramento da capital, ampliando a capacidade operacional do sistema e a demanda por processamento e armazenamento de dados, além da análise de imagens em tempo real.

Atualmente, o Projeto Captis opera integrado aos bancos de dados da Polícia Federal e realiza pesquisas biométricas para auxiliar na identificação de pessoas de interesse para a segurança pública. Com a expansão da rede de câmeras e o aumento do volume de informações processadas, tornou-se necessário ampliar a infraestrutura tecnológica, incluindo a aquisição de equipamentos e licenças adicionais do software de reconhecimento facial utilizado na iniciativa.Nesse contexto, os recursos provenientes de uma Ação Civil Pública, destinados pelo MPT e pela Justiça do Trabalho, contribuíram para os investimentos na modernização tecnológica do projeto. A iniciativa fortalece a estrutura operacional do Captis e amplia os recursos disponíveis para as atividades de prevenção, investigação e combate à criminalidade em Rio Branco. 

Texto: Bosco Gouveia | Edição: Marcela Bonfim

 ASCOM – MPT/RO e AC

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